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Sobre o conhecimento

14 Novembro 2017 13:58:18

“O conhecimento não é uma inteligência, mas sim, o aprendizado e a descrição do que conhecemos, do que já existe”.

Ao descamar um problema que nos aflige, o conhecimento aparece à luz para descrevê-lo.
Infelizmente o ser humano é preguiçoso demais para pesquisar com a inteligência para buscar novos e diferentes conhecimentos. Pesquisamos apenas para a solução de nossos problemas, e mesmo assim, pouco conseguimos solucionar. 
Nestes tempos de educação superficial (de superfície), dos nossos sentidos, apenas os olhos nos seriam suficientes. (O olfato já requer mais perspicácia, não o comparativo, mas as novas descobertas livres das pressões da necessidade).
Imaginemos se desde o surgimento do ser humano, jamais alguém tivesse qualquer problema de saúde, é certo que a bilionária indústria médica sequer existiria. Todo o avanço existe em função e na relação dos desafios à cura exigidos, levando a humanidade inteira nesta direção do conhecimento que de fato nada melhora em nossas vidas, apenas cura.

A INTELIGÊNCIA HUMANA É FRACA,COMPARADA À INTELIGÊNCIA BIOLÓGICA.

- A matemática e uma balança tem a mesma função, comparativa apenas. Partem de valores unitários aos múltiplos, porém descrevendo a compreensão das coisas existentes. 
Como nas doenças, nossa forma de comunicação também segue a mesma e cômoda solução: Apenas à medida dos desafios e necessidades apresentados, nada mais.
Nosso alfabeto, além de destruir a emissão de melodias, (não nossas, mas de raras sopranos), limita muito a comunicação de nossos sentimentos que mais nos inquietam. Quantos séculos faz, que repetimos as mesmas descrições, impedindo que novos sentimentos possam ser percebidos. Ou estes de hoje é o todo do ser humano? Acabamos aqui?
Se analfabeto significa a falta de domínio do alfabeto, então toda humanidade é analfabeta, pois não dominamos e nem conseguimos organizar o alfabeto. Além de centenas e heterogênias formas de combinação dos tipos e fonias não concordantes, não conseguimos expressar nossos sentimentos de forma compreensível ao próximo para que o mesmo sinta o que e como estamos sentindo. Daí a grande causa das nossas angústias e sofrimentos, das guerras e dos desentendimentos, e como consequência desta necessidade, o surgimento da psicologia, da psiquiatria, da diplomacia, misturados às ciências da enganação facilmente introduzidas por quem quer modificar as verdades para seu benefício, como nos atuais tempos, na mercadologia e política.
A computação não é uma inteligência humana, mas sim uma ferramenta útil para tornar nosso cérebro vegetal e destruir sua inteligência biológica que herdamos gratuitamente. Cansamos das enfadonhas tarefas humanas e as passamos aos computadores e ficamos sem as tarefas e sem nada ao mesmo tempo.




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