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Analisando
Por Jeter Reinert Sobrinho

DE NOVO LULA LÁ

23 Novembro 2018 14:12:14


Após o "show" da juíza Gabriela Hardt na última audiência de Lula, advogados do ex-presidente devem estar torcendo para que o período de interinidade da magistrada, que responde no lugar deixado por Moro na condição de substituta, termine logo.

Contundência com que tratou o condenado e seu histórico de "caneta dura" devem estar fazendo Lula e Cristiano Zanin sentirem saudades de Sergio Moro.

Especulações, entretanto, dão conta de que a juíza pode proferir a sentença no caso envolvendo o terreno para o Instituto Lula ainda antes do Natal. E, pelo que se pode imaginar, poderá vir em nova e pesada condenação.

BOLSONARO SEGUE

FIRME E FORTE

Lá atrás a candidatura de Bolsonaro parecia piada; depois, dizia-se, que não conseguiria buscar eleitores fora do espectro considerado de extrema direita. Mais tarde nem partido tinha. Quando se filiou, era ridiculizado porquanto não conseguiria alavancar candidatura a partir de um "nanico" sem tempo de rádio e TV, sem recursos, prefeituras ou representação parlamentar.

Chegou a 15%. Dizia-se ser seu teto. Chegou a 20% e foi aos 46% conquistando a Presidência numa eleição histórica e derrubando o petismo e Lulismo no segundo turno.

 Mesmo quando eleito, comentava-se de que não teria governabilidade pela falta de apoio no Congresso e que não conseguiria montar um governo com figuras de peso. Veio apoio de bancadas temáticas importantes como a agropecuária, evangélica, da bala, da bola...

Veio Sergio Moro, o símbolo anticorrupção na Justiça e outros notáveis na equipe econômica.

E assim vai caminhando o novo Presidente: quebrando paradigmas e sustentando a esperança de um Brasil melhor.

NÃO PODE ERRAR

 "Se eu errar, aquela esquerda miserável vai voltar". A frase teria sido proferida pelo futuro presidente Bolsonaro em conversa com o líder evangélico Silas Malafaia. Numa entrevista ao Estado, Malafaia disse ainda que o futuro presidente apresenta uma "vida limpa" capaz de impor uma política de recuperação moral e de promover uma agenda voltada ao "fim do desemprego, à corrupção e a necessidade de fazer o Brasil crescer."

TERMINA MUITO MAL

Lamentável o término do mandato do senador Dalírio Beber. Após uma presença inexpressiva e apagadade pouco mais de três anos no Senado Federal, que lhe coube na condição de suplente com a morte do senador Luiz Henrique da Silveira, Beber encerra deixando como marca a intenção de flexibilizar os efeitos Lei da Ficha Limpa através da apresentação de um projeto de lei nesse sentido que, após muita pressão da imprensa e da sociedade, restou arquivado pelo Senado.

Uma conquista da sociedade que, através de uma petição subscrita por mais de dois milhões de brasileiros, conseguiu transformar em lei a proibição de candidatos "ficha suja". Queria o senador torna-la sem efeito aos condenados antes de 2010, ou seja, a partir da vigência da Lei.

Projeto estava parado no Senado desde dezembro do ano passado, mas voltou à pauta pelo pedido de urgência subscrito também pelo senador Paulo Bauer, do PSDB, mesmo partido de Beber.

Ambos, Dalírio e Bauer, deixam o Senado sem uma marca positiva importante a lhes ser cravada no currículo. 



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