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Analisando
Por Jeter Reinert Sobrinho

JUNTOS E REUNIDOS?

10 Agosto 2018 14:31:47


Arranjos com vistas às eleições majoritárias no estado provocarão um quadro impensável até poucos dias atrás na política indaialense.

Aliados de ontem, mas em flancos opostos na atualidade, André Moser e Flavio Molinari, pelo PSDB e, Hamilton Cunha e Serginho Almir dos Santos, pelo MDB, agora veem seus partidos coligarem-se ao Governo do Estado.

Estarão no mesmo palanque de Mauro Mariani e Napoleão Bernardes?

Será que essa coligação estadual poderá inspirar os políticos locais e ser reeditada nas eleições de 2020 à Prefeitura?

Só o tempo, senhor do destino, responderá às perguntas.

SEPARADOS, MAS UNIDOS

Em Timbó o ex-prefeito Laércio Schuster Jr. levou um susto até o final dos entendimentos que acabaram por unir Merísio e Amin.

Caso disputassem em separado, como chegou a ser anunciado, o ex-prefeito e agora candidato a deputado ficaria entre a cruz e a espada.

Seu partido, PSB, permaneceria na coligação em torno de Gelson Merísio e seus antigos correligionários do PP por certo pediriam votos para Esperidião Amin.

Agora, aglutinados, ficou tudo mais fácil.

QUEM TEM TELHADO

DE VIDRO....

Declarações para lá de infelizes do General Mourão, candidato à vice de Bolsonaro, sobre nossas origens indígenas e africanas e de que "muita gente no Brasil gosta de privilégios" trouxe à tona, além da indignação pelo preconceito trazido, os privilégios que são concedidos no país, notadamente na questão previdenciária, um dos "calcanhares de Aquiles" do déficit público que impede nosso crescimento.

Dentre os muitos absurdos concedidos, está o tratamento dado aos militares, por exemplo, categoria na qual o general/candidato se inclui.

Dados de 2015 mostram que a aposentadoria dos militares representa 44,8% do déficit previdenciário brasileiro.

Militar se aposenta com 30 anos de serviço e contribui, diferentemente do restante, com contribuição mensal de apenas 7,5% de sua remuneração.

Apesar do rombo, os militares ficaram de fora da reforma da previdência que está tramitando no Congresso. Alegação para a exclusão é de que militar não se aposenta, mas entra para a "reserva".

CELEIRO DO MUNDO

Nos próximos anos, o mundo aumentará consideravelmente a demanda por alimentos, ocasionado pela elevação no número de habitantes, pela migração da zona rural para a urbana e pelo crescimento da renda per capita. Com isso, a produção de alimentos deve aumentar em 20% até 2020 e, dentro deste contexto, o Brasil tem papel fundamental.

Para que se consiga fazer esse incremento visando a segurança alimentar no mundo, ao Brasil caberá a responsabilidade de ampliar em 40% sua produção até 2020, destacou o professor e especialista em segurança alimentar da Fundação Dom Cabral (FDC), Alberto Duque Portugal, em palestra ministrada na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul).

Outro dado interessante das potencialidades do agronegócio: para atender a crescente demanda por alimentos nos próximos 35 anos a produção nesse período se assemelhará com tudo o que já foi produzido nos últimos 8000 anos.




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