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Analisando
Por Jeter Reinert Sobrinho

LONGA VIAGEM DE CAMINHÃO

20 Julho 2018 14:27:23


Indicadores da atividade econômica de maio são indubitáveis ao apontar os reflexos deletérios à economia da greve dos caminhoneiros.

Todos os setores apresentaram recuos importantes:

Indústria - 10,9%. Serviços, - 3,8%, Comércio -0,6%. Investimentos na economia - 11,3%

Isso tudo somado representou um tombo no PIB, segundo o BC apurou pelo IBX-BR, na ordem de 3,4% negativos no mês.

Números fechados passa-se a especular em relação ao desempenho da economia em 2018.

Final do ano passado esperava-se criação ao longo do ano de cerca de 1 milhão de novas vagas de trabalho. Esse número agora é de pífios 220 mil.

Para o PIB o Boletim FOCUS, por enquanto, projeta crescimento de 1,5%, ante os 2,6% anteriormente previstos. Dólar deve fechar em 3,70 e inflação em 4,15%. Isso se tudo correr bem e dependendo do resultado das eleições.

MISTUROU TUDO E RESULTADO

FOI PÉSSIMO

Números fechados, fica a certeza do erro estratégico do movimento que misturou "alhos com bugalhos" ao chegar ao absurdo de pedir intervenção militar, de que os ganhos foram pontuais e só beneficiaram uma categoria, teve o condão de derrubar qualquer perspectiva mais otimista para o Brasil ao longo de 2018 e impactou fortemente num momento de busca de recuperação econômica. A população, ao aderir ao movimento em grande número, deu um verdadeiro "tiro no pé" porque, em última análise, ela é quem pagará a conta desse rastro de destruição e pelas benesses dadas pelo governo para ver o fim do movimento, com objetivo de auto preservar-se, ao custo de cerca de 13 bilhões de reais.

Agora, resta-nos esperar a fatura para ser quitada!

PASSARINHO NA GAIOLA

"NA MUDA" NÃO CANTA

Lula, ao tentar de forma insistente através de seus correligionários ser liberado para dar entrevistas e participar de sabatinas como candidato de dentro da prisão, chega ao absurdo pelo inusitado e pela desmoralização que causaria ao Estado de Direito brasileiro.

Dizer-se candidato de dentro da prisão, após condenação há mais de 12 anos por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, já se constitui um absurdo. Querer, ainda, aval da justiça para aparecer em rede nacional como pretendente ao primeiro cargo do país, utilizando-se, imaginamos, da sua já conhecida vitimização para tentar se fazer de "preso político" e não político preso como na verdade o é, é uma afronta ao Judiciário, à lei e à imagem do país mundo afora.

Seria o mesmo que Marcinho VP, Nem da Rocinha ou Fernandinho Beira-Mar filiarem-se a um dos quase 40 partidos existentes no Brasil, dizerem-se candidatos e saírem a dar entrevistas pelo país.

Com a possibilidade ainda de conseguirem, da lavra de Rogério Lavreto, um Habeas Corpus para, livres, poderem fazer suas campanhas, porquanto o motivo que inspirou Lavreto para querer a liberdade de Lula - ser candidato à Presidência - seria o mesmo e justificaria a soltura, segundo o magistrado.

O Brasil, para poder dizer-se sério perante o mundo, precisa acabar com certos comportamentos e permissividades.

Tem que acabar com a possibilidade de utilização da estrutura judiciária para manter-se na mídia e tentar, a todo custo, a manutenção de uma candidatura sabidamente inviável sob o ponto de vista jurídico pelo enquadramento flagrante na Lei da Ficha-Limpa.





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