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Analisando
Por Jeter Reinert Sobrinho

PREPARAÇÃO PRÉVIA

15 Novembro 2018 18:14:00


Bolsonaro e equipe já podiam ter esquadrinhado pelo menos o mapa Ministerial antes das eleições.

Na condição de candidato favorito já algumas semanas antes do primeiro turno, já poderia ter definido, pelo menos, o número e quais pastas seriam preservadas no corte dos atuais 29 Ministérios.

Primeiro seriam 15, depois 16, 17 e agora fala-se em 18 os Ministérios restantes. Indefinição tem causado angústia, inclusive, no atual Ministro do Planejamento, que precisa finalizar e encaminhar ao Congresso o orçamento de 2019, com o valor a ser disponibilizado para cada pasta.

PREVIDÊNCIA

Indefinição avança também para temas importantes e cruciais no ajuste das contas públicas, como é o caso da reforma da Previdência.

Bolsonaro e Paulo Guedes já sinalizaram de tudo: tentativa de votação do projeto que está no Congresso de autoria da equipe de Temer; edição por parte do atual governo de Medidas Provisórias com ajustes infraconstitucionais, insuficientes ao equilíbrio mas que serviria para sinalizar ao mercado; deixar tudo para o ano que vem e tentar implementar novo modelo com base em regime de capitalização. Enfim, também na questão da Previdência não há definição clara e tampouco mostra o caminho que será buscado visando o imperioso ajuste fiscal do governo, estacando a sangria do déficit bilionário da Previdência.

MILITARES

Novo Governo também não sinalizou ainda que destino dará à previdência dos militares que, só no ano passado, gerou um déficit de 90 bilhões, quase um terço do rombo previdenciário brasileiro de 308 bilhões. Lembrando que a reforma de Michel Temer, que está no Congresso pegando pó, não trata do assunto, assim como também deixa para os estados e municípios resolverem os seus casos.

Ou seja, ainda não sabemos o que será feito do rombo previdenciário, que é uma bomba relógio pronta para explodir a qualquer momento, inviabilizando as contas públicas da União, estados e municípios no curto prazo, tornando-os incapazes de tudo, num primeiro momento, e de todo logo a seguir.

LULA SÓ

Meia dúzia de "gatos pingados" aguardavam Lula em frente ao prédio da Justiça Federal onde depôs na última quarta-feira.

O outrora "arrastador de multidões" foi recebido por Gleise Hoffmann e uns poucos resistentes que deram seu "boa tarde" ao condenado.

Mostra o ocaso de Lula e do PT, que paga pela insistência em manter o partido à luz de uma só estrela, agora apagada e encarcerada, num ocaso triste, melancólico e deprimente daquele que foi a grande esperança de um Brasil melhor, mas que trocou a possibilidade de colocar seu nome na história como grande estadista, por incluí-lo no rol dos condenados pela justiça.

CAIXA PRETA

Joaquim Levy chegará ao BNDES com a missão dada pelo futuro presidente de abrir a caixa preta da instituição.

Empréstimos suspeitos e irresponsáveis feitos à países parceiros por Lula e Dilma estão na mira de Bolsonaro que quer, inclusive, levantar cláusula de sigilo de alguns deles.

Lembrando que Levy serviu ao Governo Dilma na condição de Ministro da Fazenda, no período em que alguns desses empréstimos foram concedidos.





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