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Celebrações de Páscoa

Clarice Graupe Daronco
Foto: PNSICA

Pelo segundo ano consecutivo, a Páscoa é celebrada em meio a medidas restritivas por causa da pandemia do novo Coronavírus, sem almoço em família, troca de chocolates e festas com amigos. É a recomendação de médicos, cientistas e também de líderes religiosos. Na tentativa de conter a alta de casos da Covid-19, e de mortes e internações pela doença, prefeitos e governadores vivem em alerta e os órgãos competentes seguem a dinâmica de liberar, restringir e fechar serviços. Março foi o pior mês da pandemia no Brasil. Foram mais de 66 mil óbitos. Até então o recorde era de julho, com mais de 32 mil mortes. A escalada nos números começou no fim do ano, com os feriados de Verão e as festas de fim de ano. Dia 1º de abril, a média de mortes passou de três mil.



No final de março e início de abril a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil orientou através do seu site, para que "se evitasse procissões ou qualquer tipo de ato que gere a aglomeração de fiéis, preservando assim a vida de cada um e, consequentemente, a saúde pública".

Em Timbó, as igrejas tanto católicas como as luteranas realizaram suas celebrações referentes à Semana Santa seguindo todos os protocolos de cuidados, que vão desde o uso de máscara de proteção individual, álcool gel, distanciamento social e a porcentagem específica de pessoas.

Na Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida, no bairro dos Estados, segundo informações do pároco, padre José Cardoso Bressanini foram realizadas as celebrações da Semana Santa, em especial o Tríduo Pascal, que se iniciou com a missa vespertina da Quinta-feira Santa e se concluiu com a Vigília Pascal, no Sábado Santo. "Iniciamos com a Missa da Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial, fazendo memória da última Ceia Pascal, e com o gesto do lava-pés, na noite da Quinta-feira Santa, que ocorreu na Igreja Matriz", observa o padre.

Bressanini relata ainda que "depois da Ceia Pascal, na tarde da Sexta-Feira Santa a igreja contempla o mistério do grande amor de Deus pelos homens, quando celebramos a Paixão e morte do Senhor, com a adoração de Jesus crucificado, sendo que à noite aconteceu a meditação da via-sacra dentro da igreja, pela impossibilidade de fazermos procissões, respeitando os protocolos de distanciamento social, uso de máscaras e demais regras sanitárias vigentes".

Após o silêncio e oração do Sábado Santo, em que a Igreja medita e reflete Jesus morto, observa o padre, "chegamos à noite da Vigília Pascal, onde celebramos a vitória de Cristo sobre a morte, a morte foi vencida e a Igreja vibra e renova a sua fé e esperança, sendo que a Vigília Pascal concluiu o Tríduo, com a Missa na Igreja Matriz, às 19h".

Já no domingo da Páscoa do Senhor, para celebrar a Ressurreição de Jesus Cristo, foi realizada a Santa Missa Solene às 8h na Matriz. "Todas as celebrações ocorreram com a presença dos fiéis e transmissão pelas redes sociais".



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