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Incentivador do Esporte é mais uma vítima da Covid-19

Foto: Arquivo pessoal

Uma pessoa que além de ser apaixonada pelo esporte também era um grande incentivador. Estamos falando de Giovani de Oliveira Ferreira, pai e treinador do atleta João Vitor Ferreira. Giovani Ferreira iniciou sua carreira no judô aos cinco anos, e no decorrer destes anos como judoca, conquistou o título de campeão brasileiro, interestadual e internacional dos jogos Universitários e Jogos Abertos, defendendo, por diversas vezes o estado de Santa Catarina.



Além de judoca, Giovani Ferreira era pedagogo, graduado em Comércio Exterior e pós-graduado em Neuropsicopedagogia; graduado em judô, atuou como coordenador do paradesporto da Federação Catarinense de Judô e foi técnico da seleção brasileira de Judô DI (deficientes intelectuais); foi ainda o técnico campeão mundial na Alemanha da modalidade em 2017; palestrante sobre judô e TEA; pai do João Vitor Ferreira, autista de 24 anos, campeão mundial e graduando em Fisioterapia além de presidente da Associação Brasileira de Judô Inclusivo.

Giovani Ferreira iniciou sua prática no judô em 1976, com seus dois irmãos e seu pai. Desde então, o judô nunca mais saiu de sua vida. Com o nascimento de seu filho, João Vitor e a descoberta com 13 anos de idade que era portador da síndrome X Frágil e autismo (Transtorno do Espectro Autista - TEA), passou a se envolver dando aulas tanto para competidores, quanto para aqueles que ainda estão aprendendo movimentos básicos.

Diversas foram as mensagens postadas nas redes sociais, durante o dia 3 de maio, quando da divulgação da morte de Giovani de Oliveira Ferreira, de 52 anos, em decorrência da Covid-19. O enterro foi realizado ontem, às 16h, no Cemitério Jardim da Paz, em Timbó.



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