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Gasto médio do catarinense no Dia dos Namorados é de R$ 173,76

11 Junho 2018 17:45:00

Pesquisa de intenção de compra registrou queda de 0,7% no valor do presente para a data. Varejo ainda se recupera da paralisação dos caminhoneiros

Murici Balbinot - Rede Catarinense de Notícias/RCN
Foto: Joel Vargas/PMPA

FLORIANÓPOLIS - Segundo estudos de intenção de compras, os consumidores catarinenses devem ser cautelosos na aquisição de presentes para o Dia dos Namorados. O setor de varejo estima que os onze dias de paralisação dos caminhoneiros, que causou custos extras no bolso da população, vão limitar as vendas em 2018. Mesmo assim, a data é vista com otimismo por aquecer novamente o comércio.

O gasto médio será de R$ 173,76, segundo pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomércio-SC). O dado representa uma queda de 0,7% em relação ao ano passado, quando foi registrado gasto médio de R$ 175,01. O maior gasto é esperado em Florianópolis (R$ 200,06) e o menor em Chapecó (R$ 149,43).

Entre os consumidores entrevistados, 42,8% disse que consideram a própria situação financeira como positiva, contra 21,1% que avaliam como negativa. As preferências de pagamento são à vista (58%), crédito (15,6%) e débito (14,4%). O local preferido para adquirir o presente é o comércio de rua (69%). "Os empresários estão confiantes que a data reaquecerá as vendas, após a queda brusca no movimento e no faturamento das lojas com a paralisação dos caminhoneiros. Outro excelente indicador na data é a intenção de pagamento à vista (cerca de 60% das compras), que injetará dinheiro no comércio neste momento de recuperação", diz o presidente da Fecomércio-SC, Bruno Breithaupt.

Para a Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas de Santa Catarina (FCDL/SC), a tendência é de que muitos consumidores optem por jantares em casa, o que deve movimentar o setor de supermercados. Além disso, itens de perfumaria e cosméticos, confecções, calçados e acessórios devem liderar a preferência de presentes. O presidente da FCDL/SC, Ivan Roberto Tauffer, diz que a chegada do inverno contribui para amenizar as perdas no comércio, após as perdas pelo desabastecimento. "Nossa perspectiva de crescimento nas vendas é semelhante à de 2017, com crescimento na ordem de 1% a 1,5%", analisa.


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