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Derrota do Rex e vitória do Hawks definem as semifinais do Catarinense

12 Junho 2018 16:38:43

A última partida da fase regular estava sendo assistida por todas as equipes que ainda tinham chances de chegar às semifinais.

BY PILO
Foto: FOTO/TAKAHIRO TAKAHASHI

TIMBÓ - A última partida da fase regular estava sendo assistida por todas as equipes que ainda tinham chances de chegar às semifinais. Após a derrota do Rex para o Istepôs por 10 a 8 (foto), neste sábado, no Complexo Esportivo de Timbó, ponto a ponto, a classificação ou a posição dos times nas semifinais mudavam. Favorito e jogando em casa, o Black Hawks, em Gaspar, conseguiu derrotar o Corupá Buffalos por 22 a 3. Mas por ter sido vazado, o time não conseguiu o seed 1 para as semifinais pelo critério de pontos tomados.

Desta forma, Istepôs (campanha 3-1 e 30 pontos sofridos) é o seed 1 e enfrentará o Jaraguá Breakers (2-2), daqui a duas semanas, provavelmente em Jaraguá do Sul (apesar do mando do SJ Istepôs). Na outra semifinal, o Black Hawks (3-1 e 33 pontos sofridos) enfrentará novamente o T-Rex (3-1 e 34 pontos sofridos), o seu algoz na fase regular, desta feita em Gaspar;

Um Campeonato Catarinense de tirar o fôlego e que teve a partida em Timbó como ótimo exemplo disso. Jogando fora de casa e pressionado para não tomar mais de 38 pontos (o que o desclassificaria), o Istepôs entrou em campo contra o T-Rex com um plano na cabeça e uma bela execução do mesmo. Cuidando da bola, correndo bem com JP para gastar o relógio, e com sua forte defesa de sempre, os visitantes não só tomaram somente oito pontos, como fizeram dez e derrotaram o atual tricampeão: 10 a 8 para o Istepôs.

O clássico entre as equipes simplesmente definiu as três últimas finais do Campeonato Catarinense, todas com vitórias do T-Rex sobre o Istepôs. Por isso, o triunfo foi muito comemorado pelos visitantes, que haviam vencido em Timbó pela última vez em 9 de julho de 2016.

Guardando bem a bola e gastando o relógio de forma inteligente, o Istepôs chegou à redzone do Rex. Mas nas últimas cinco jardas o time foi interceptado de maneira frustrante. Com as costas na parede, o Rex não conseguiu avançar e no punt, Marcos Bunn bloqueou o chute e abriu o placar: 2 a 0 para o Istepôs.

Os times reduziram os erros e as faltas e continuaram a gastar bem o relógio. Em campanha que alternou seus três quarterbacks (Bassani como wide-receiver e Guilherme alternando com Romário), o Rex chegou à endzone com o red option mortal do Romário Reis: com o extra-point falho após snap ruim, o placar ficou em 6 a 2 para o Rex.

No terceiro quarto, Romário continuou no comando de ataque do Rex, mas não conseguiu conectar com Bassani e com Ian Bittencourt. Na jogada com o ex-jogador do Miners, seria um lindo touchdown de 60 jardas de passe do talentoso quarterback canhoto cearense.

Depois de um terceiro período um tanto sonolento, o último quarto começou com um passe longo doquarterback Mazzola para o acrobático gigante Cabelo. O wide-receiver, com o cornerback em seus pés, se esticou para garantir o touchdown dos visitantes. Torquato conseguiu mais dois pontos, deixando o Istepôs na frente: 10 a 6.

Com muitas e muitas faltas, o Rex não conseguiu avançar e foi obrigado a pressionar o ataque do Istepôs para retomar a bola. E a pressão deu certo - o punt bloqueado garantiu um safety para o Rex: 10 a 8 para o Istepôs

Dentro dos dois minutos, o Rex não conseguiu chegar à endzone e foi para o field goal para tentar a virada. Em um lance de muito suspense, o chute do Diego Boddenberg não foi confirmado e o placar de 10 a 8 decretou a festa dos jogadores do Istepôs em Timbó.



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